Somos todos um.
Em cada lugar que estamos, nos conectamos.
Estamos juntos.
Jamais isolados.
A solidão é uma ilusão.
Impossível viver só.
A conexão é automática.
Acontece.
Mas só percebemos quando nos vemos com muitos em um espaço pequeno.
Quando vemos…
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
domingo, 25 de setembro de 2016
O que é?
LOUCURA
LOUCura
Loucura
O que é
Loucura
Agora?
Loucura
Ontem
Hoje
Amanhã
Loucura é não ser louco
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Valentina
É noite de mudança do horário de verão e os olhos da pequena Valentina estão encantados com os ponteiros do relógio. Queria ela poder ter tanta força para mexer o tempo para frente e para trás.Seu pai tem essa força. E quando ele volta uma hora, seus olhos brilham ainda mais! Porém, não demora muito, apenas um segundo na verdade, e os ponteiros começam a se mexer para frente.
Nem mesmo seu pai é mais forte que o tempo...
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Tic tac
Tic tac
Tic tac
Tic tac
Já é hora!
Tic tac
Tic tac
Tic tac
Já é hora de voltar…
E ele ouviu o último tac antes de parar
Parou!
E enfim soube que aquela hora não deveria passar...
Que a hora é eterna e, o tempo, apenas mais uma forma de controle
Tic tac
Tic tac
Já é hora!
Tic tac
Tic tac
Tic tac
Já é hora de voltar…
E ele ouviu o último tac antes de parar
Parou!
E enfim soube que aquela hora não deveria passar...
Que a hora é eterna e, o tempo, apenas mais uma forma de controle
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Os sonhos...
Tanto já se falou em sonhos... Mas um especial me marca, o
Prelúdio: “Sonho que se sonha só. É só um sonho que se sonha só. Mas sonho que
se sonha junto é realidade”. Adianta dizer quem disse? Não... No fim.
Sonho, sonhar... Há tanto. Tanto muito e tanto pouco.
Ninguém e todos.
Esqueço todas as vezes que sonho. Esqueço porque preciso
acreditar... Mas creio!
Ahhhhhhh!
Crença! Em que? Já paramos para pensar em parar? Pensar?
Repensar?
No que crer? No que seguir e acreditar? Em nós?
Já dizia...
Salve Raul!
domingo, 4 de setembro de 2016
Ciclos
Lutamos por direitos. Defendemos nossos direitos.
Períodos de guerra. Períodos de paz...
A humanidade tem seguido um caminho cíclico. Às vezes, um
ciclo dura séculos. Em outras, dias... Mas são ciclos. Sempre ciclos.
Seria utopia por fim a estes ciclos? Arranjar uma
unanimidade? Não!
Então seria fácil? Pelo contrário. É quase impossível romper
os ciclos. Mas não impossível...
Avançamos a isso, dentro de cada um; quando seguramos nosso
braço, nosso ímpeto pelo revide, e utilizamos algo mais inteligente: nossa voz,
nosso conhecimento.
A quebra de ciclos se dará pelo conhecimento, pelo empoderamento
de cada ser humano, pela consciência crítica e social que devemos ter com cada
irmão deste nosso lar, deste nosso planeta...
Precisamos parar de ser “Vírus”, em referência ao Agende
Smith – Matrix, e passarmos a sermos como os outros seres, que entram em equilíbrio
com o sistema – com exceção de quando o ser humano quebra este equilíbrio...
Equilíbrio, unanimidade, empoderamento... Tudo isso será nos
presenteado quando pararmos de tentar adquiri-los, conquistá-los, subjugá-los...
Quando entendermos que ao utilizar esses três últimos verbos, jamais
quebraremos os ciclos. JAMAIS!
Como diria o Oráculo, são escolhas que cada um precisa
fazer. Parece impossível, mas não é!
por Davi Carrer, voltando a Plenus Luna
sábado, 14 de março de 2015
A mudança que todos queremos
Todos queremos mudanças. Isso é da natureza do ser humano
insatisfeito com o ambiente em que vive. Mas porque dessa insatisfação? Ou
melhor, a mudança resolve? Ou continuaremos insatisfeitos? Mas então, porque
mudar?
Não é fácil chegar a tantas perguntas, muito menos as suas
respostas. Mas posso lhe apresentar uma teoria: quando insatisfeitos, temos a
necessidade de mudar algo. Começamos com pequenas mudanças, mas continuamos sem
ver grandes transformações reais: continuamos insatisfeitos!
Aí então, vamos as grandes mudanças. Afinal, quem sabe essas
resolvam nossa insatisfação. Porém, tenho uma péssima notícia: para ficar
satisfeito seria necessário mudar, primeiramente, sua cultura; depois, a
cultura dos outros, e, por último, o sistema em que todos vivem.
Acreditem, isso não será tão fácil. A maioria de nós não
passaria nem da primeira mudança. Desculpem, não estou menosprezando vocês, mas
mudar uma cultura, no meio de seu pleno desenvolvimento... Isso é quase que
loucura! Mas não impossível...
Então o que fazer? Afinal, ficar parado só nos deixa mais
insatisfeitos...
Posso dar uma dica?
Sejam bons!
Tente ajudar aquele que está perto de você.
Tenha compaixão por aqueles que o sistema mais prejudica.
Seja honesto!
Tente... Eu, ainda não vi outra solução!
por Davi Carrer – jornalista, especialista em Comunicação Estratégica e pós-graduando em Educação, Diversidade e Redes de Proteção Social
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Hoje eu acordei querendo mudar o mundo
Hoje eu acordei querendo mudar o mundo.
Então vamos lá, começando pela palavra hoje. O mundo não
será transformado em um dia, é claro, mas é preciso começar em algum hoje. Pois
disso depende o FUTURO.
Eu. Se eu continuar falando eu, eu, eu, nunca haverá
mudança. Precisamos aprender a trabalhar com o NÓS.
Depois de pensar no futuro e aprender a trabalhar em nós, é
claro que já estamos acordados. Mesmo precisando dormir as vezes. Para mudar o
mundo é preciso estar acordado, mas principalmente, saber ACORDAR.
E outra coisa, não dá de ficar só querendo. Precisamos fazer
algo para mudar o mundo, e logo. Temos que AGIR.
MUDAR. Dessa palavra eu gostei. Mas eu não tem que gostar de
nada. Pois a mudança, e é importante repetir, é feita por nós.
"O", nada a declarar...
Lar, Terra, planeta, um todo. Quando pensamos em mudar o
mundo, não pensamos apenas em nós, seres humanos, mas em todo um sistema.
pensamos no MUNDO TODO.
FUTURO, NÓS, ACORDAR, AGIR, MUDAR, MUNDO TODO
Percebem que não é preciso ser alfabetizado para entender
essas palavras?
por Davi Carrer, em
uma noite de Plenus Luna
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Este é para você, meu colega Jornalista!
Fiquei afastado dois meses do trabalho, aproveitei para
fazer muitas leituras e consigo enxergar algumas coisas bem claras (coisas que observava
antes, mas não tinha tempo para refletir longamente).
Nós, jornalistas, temos que mudar!
Afinal, escrevemos para nós ou para o leitor?
Ao fazer essa pergunta ficou claro para mim (ponto de vista
pessoal) que o leitor mudou e muito! As regras já não valem ao pé da letra. Não
digo para descartar os manuais de redação. Não! Mas precisamos revê-los.
As velhas fórmulas, dicas e orientações que aprendemos na
faculdade de jornalismo já não são o suficiente. Elas ajudam muito! Mas se nos
basearmos apenas nelas, ficaremos para trás. Os veículos de comunicação
continuam transmitindo a informação de um jeito a agradar uma geração passada,
que também já está se adaptando aos novos caminhos da modernidade líquida (como
descreve Zygmunt Bauman).
E qual a nova fórmula? Seria prepotência minha querer
ensinar uma...
Mas creio que, como os novos paradigmas de comportamento
humano são líquidos, ou sejam, mudam o tempo todo e fluem entre nossas mãos, o
jeito é a tentativa por acerto e erro.
Podem me xingar, falar mal, pensar o que quiserem da minha
opinião!
Não tenho a fórmula, não consigo ver todas as alternativas.
Não com o que se oferece hoje no mundo! Mas creio que a diferença para os
jornalistas hoje em dia seja se perguntar: escrevo para mim ou para o leitor? É
isso que penso (pelo menos superficialmente).
Você pode não concordar. Pode dizer que estou errado. Bem, nos
dias de hoje, tudo é plausível...
P.S.: Após redigir o texto encontrei algumas contradições
entre a escrita e o meu pensamento. Como, por exemplo, utilização de palavras
pouco conhecidas (acho necessário uma linguagem mais próxima do leitor, porque
não dizer, popular), autor que muitos desconhecem (faz com que as pessoas o
ignorem e a sua importância) e texto longo (afastando a atenção dos leitores).
Características, que na minha percepção, não remetem ao jornalismo dos dias de
hoje (a não ser que você trabalhe em um veículo especializado). Fora os erros
de português...
terça-feira, 9 de outubro de 2012
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