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sábado, 14 de março de 2015

A mudança que todos queremos


Todos queremos mudanças. Isso é da natureza do ser humano insatisfeito com o ambiente em que vive. Mas porque dessa insatisfação? Ou melhor, a mudança resolve? Ou continuaremos insatisfeitos? Mas então, porque mudar?

Não é fácil chegar a tantas perguntas, muito menos as suas respostas. Mas posso lhe apresentar uma teoria: quando insatisfeitos, temos a necessidade de mudar algo. Começamos com pequenas mudanças, mas continuamos sem ver grandes transformações reais: continuamos insatisfeitos!

Aí então, vamos as grandes mudanças. Afinal, quem sabe essas resolvam nossa insatisfação. Porém, tenho uma péssima notícia: para ficar satisfeito seria necessário mudar, primeiramente, sua cultura; depois, a cultura dos outros, e, por último, o sistema em que todos vivem.

Acreditem, isso não será tão fácil. A maioria de nós não passaria nem da primeira mudança. Desculpem, não estou menosprezando vocês, mas mudar uma cultura, no meio de seu pleno desenvolvimento... Isso é quase que loucura! Mas não impossível...

Então o que fazer? Afinal, ficar parado só nos deixa mais insatisfeitos...

Posso dar uma dica?

Sejam bons!
Tente ajudar aquele que está perto de você.
Tenha compaixão por aqueles que o sistema mais prejudica.
Seja honesto!

Tente... Eu, ainda não vi outra solução!

por Davi Carrer – jornalista, especialista em Comunicação Estratégica e pós-graduando em Educação, Diversidade e Redes de Proteção Social


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Hoje eu acordei querendo mudar o mundo

Hoje eu acordei querendo mudar o mundo.

Então vamos lá, começando pela palavra hoje. O mundo não será transformado em um dia, é claro, mas é preciso começar em algum hoje. Pois disso depende o FUTURO.

Eu. Se eu continuar falando eu, eu, eu, nunca haverá mudança. Precisamos aprender a trabalhar com o NÓS.

Depois de pensar no futuro e aprender a trabalhar em nós, é claro que já estamos acordados. Mesmo precisando dormir as vezes. Para mudar o mundo é preciso estar acordado, mas principalmente, saber ACORDAR.

E outra coisa, não dá de ficar só querendo. Precisamos fazer algo para mudar o mundo, e logo. Temos que AGIR.

MUDAR. Dessa palavra eu gostei. Mas eu não tem que gostar de nada. Pois a mudança, e é importante repetir, é feita por nós.

"O", nada a declarar...

Lar, Terra, planeta, um todo. Quando pensamos em mudar o mundo, não pensamos apenas em nós, seres humanos, mas em todo um sistema. pensamos no MUNDO TODO.

FUTURO, NÓS, ACORDAR, AGIR, MUDAR, MUNDO TODO

Percebem que não é preciso ser alfabetizado para entender essas palavras?


por Davi Carrer, em uma noite de Plenus Luna

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Este é para você, meu colega Jornalista!


Fiquei afastado dois meses do trabalho, aproveitei para fazer muitas leituras e consigo enxergar algumas coisas bem claras (coisas que observava antes, mas não tinha tempo para refletir longamente).

Nós, jornalistas, temos que mudar!

Afinal, escrevemos para nós ou para o leitor?

Ao fazer essa pergunta ficou claro para mim (ponto de vista pessoal) que o leitor mudou e muito! As regras já não valem ao pé da letra. Não digo para descartar os manuais de redação. Não! Mas precisamos revê-los.

As velhas fórmulas, dicas e orientações que aprendemos na faculdade de jornalismo já não são o suficiente. Elas ajudam muito! Mas se nos basearmos apenas nelas, ficaremos para trás. Os veículos de comunicação continuam transmitindo a informação de um jeito a agradar uma geração passada, que também já está se adaptando aos novos caminhos da modernidade líquida (como descreve Zygmunt Bauman).

E qual a nova fórmula? Seria prepotência minha querer ensinar uma...

Mas creio que, como os novos paradigmas de comportamento humano são líquidos, ou sejam, mudam o tempo todo e fluem entre nossas mãos, o jeito é a tentativa por acerto e erro.

Podem me xingar, falar mal, pensar o que quiserem da minha opinião!

Não tenho a fórmula, não consigo ver todas as alternativas. Não com o que se oferece hoje no mundo! Mas creio que a diferença para os jornalistas hoje em dia seja se perguntar: escrevo para mim ou para o leitor? É isso que penso (pelo menos superficialmente).

Você pode não concordar. Pode dizer que estou errado. Bem, nos dias de hoje, tudo é plausível...


P.S.: Após redigir o texto encontrei algumas contradições entre a escrita e o meu pensamento. Como, por exemplo, utilização de palavras pouco conhecidas (acho necessário uma linguagem mais próxima do leitor, porque não dizer, popular), autor que muitos desconhecem (faz com que as pessoas o ignorem e a sua importância) e texto longo (afastando a atenção dos leitores). Características, que na minha percepção, não remetem ao jornalismo dos dias de hoje (a não ser que você trabalhe em um veículo especializado). Fora os erros de português...

terça-feira, 9 de outubro de 2012

"Mudar o mundo, amigo Sancho, não é loucura, nem utopia... É justiça!" (Miguel Cervantes)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

Quem pode garantir que não estou sonhando enquanto vivo e vivendo enquanto sonho?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Nossos retratos refletem aquilo que somos, naquele momento...
Somos movimento. Não sou mais aquele que escreveu a primeira letra desse texto...

sábado, 9 de junho de 2012

Vou abrir o verbo


ESTÁ FRIO DE MAIS!




Mas vendo pelo lado bom, há calor humano de sobra neste mundo.
Mas pensando bem, o frio que faz não é, e nunca será, o suficiente para despertar o calor no coração de algumas pessoas.
Mas sendo otimista, prefiro pensar que estas pessoas são uma em um bilhão.
Mas sendo realista, melhor tomar uma atitude do que esperar para ver.

Doar calor é doar carinho, respeito, consideração...

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Entender a sociedade é fácil. O difícil é fazer com que a sociedade te entenda.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Me

Cada vez é mais fácil o papel de (me) fazer perguntas.
Mas chego a um ponto de (me) questionar se realmente todas as perguntas refletem os (meus) dilemas?
Então (me) pergunto qual seria a pergunta?


E embora pareça loucura a resposta já está pronta. Mas sem a pergunta, ela não tem sentido...

terça-feira, 24 de abril de 2012

Urgente?



O que é realmente urgente na sua vida?
Já parou para pensar nisso?

São seus filhos? Seus pais? Namorada?
Ou é seu emprego? Seus estudos?
Pode ser sua religião? Seu partido? Movimento?

Qual valor que você se dá?
Ou você apenas continua?

Tem horas, que as horas não passam...