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domingo, 11 de dezembro de 2016

Olhos fechados

Fechos os olhos.
O mundo para.

Ouço.
Grilos, carros, passos, buzinas.
O mundo volta.

Abro os olhos.
O mundo para...

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Sem desculpas

Não culpe a vida por você não realizar seus sonhos.
No culpe seus filhos por você não ter feito o que queria fazer.
Não culpe seu emprego...
Não culpe sua família!

Ou culpe... Se preferir.
Mas, no fundo, é só mais uma mentira que você usa para aceitar a vida. Culpando os outros...


Se quiser culpar, culpe a matrix!

sábado, 26 de novembro de 2016

Rots - meu primeiro livro

É estranho, mas me faltam palavras para anunciar que MEU PRIMEIRO LIVRO foi publicado.
Ops, elas voltaram... rsrs.
Mesmo sem editora, não poderia deixar de publicá-lo.
Foi então que descobri a Amazon/Kindle. E “taran”! Meu primeiro livro está disponível para os interessados em adquirir ele online [http://bit.ly/ROTS-DC].
...
Quem estiver afim de uma breve história que traduz esse início de carreira literária... Tenho algo a contar.
Hoje, é um dia mais que especial para mim, eu não poderia deixar de falar sobre o que me levou a esse caminho: da escrita. E escrevo isso com LÁGRIMAS nos olhos. De ALEGRIA!
É sobre a MINHA PRIMEIRA HISTÓRIA!
Quando eu era mais novo, no Ensino Fundamental, quinta ou sexta série, criei/escrevi meu primeiro conto. Se poderia chamar aquilo de conto...
O rascunho se perdeu pelo tempo, assim como papéis um dia somem, mas a história... A história continua viva dentro de mim.
A história falava de um escritor. E este personagem criava um texto que, quando as pessoas o liam, deixavam de ser más. Sim, elas mudavam! Transformavam-se e passavam a fazer apenas bondades. Começou com apenas algumas pessoas, mas logo o mundo havia se transformado e, então, chegamos a um momento de paz plena [nesse meu primeiro livro, uma das civilizações que tem contato com a humanidade também chegou a esse momento].
Para aquele adolescente, futuro escritor, isso parecia possível.
Para ele, hoje com 29 anos, isso ainda parece possível...
...
A quem se interessar em pagar R$ 8,97 para ler minha obra online [computador, celular, tablet ou kindle] gostaria de deixar uma mensagem: “Cada texto, conto, livro ou poesia que faço, penso que pode mudar/transformar o mundo. Começando por uma pessoa, você, e, quem sabe um dia, alcançando a cada um desses 7 bilhões de corações do planeta Terra”.
Obrigado por lerem até aqui!
>> Uma mostra do livro aqui http://bit.ly/ROTS-DC [é só clicar no botão "Dê uma olhada"]

sábado, 19 de novembro de 2016

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Mundo novo


O pequeno entra na casa...
O que esperar dali? Dois gigantes o trouxeram. E agora ele teme só de olhar o ambiente. Se sente acuado, fica quieto, olha ao redor.

Não que estivesse feliz de onde veio. Não estava infeliz, mas sentia falta de um lugar para chamar de lar.

Eles lhe chamam pelo seu novo nome, uma coisa que ele não entende. Porque mudar seu nome? Está confuso.
Mesmo acompanhado, parece que está sozinho.

Ele é abraçado, recebe cafunes e dengos. Até um brinquedo aqueles gigantes lhe dão. Comida, muita comida para ele se deliciar!
Ah, e não param de fazer fotos!

Parecem felizes com a sua presença.
Depois de muito tempo, o pequeno, ainda timidamente, começa a se sentir em casa.
É quando corresponde todo carinho que recebeu com apenas uma palavra: “miau!”



Sem luz pode haver amor. Sem amor não há luz!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Folga


Às vezes, o que precisamos é simplesmente parar.
Ir para um lugar bonito e calmo. Com pessoas que você ama.
E desligar.

Saia do ritmo alucinante. Pode até ficar conectado, mas durma, relaxe, pense. Se permita parar.

E agradeça. A sabedoria está em reconhecer esses "presentes". Não são passados, nem futuros. São PRESENTE!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Um pedido...

  
Pare!!!!
Por favor. Você precisa parar e olhar.
Você viu? A criança desnuda no sinal? O velho curvado ao canto. O rapaz com roupas rasgadas?

Por favor, retire essa lente e passe a enxergar.

O que estamos fazendo não está nos ajudando. Apenas nos afasta... Apenas nos tira a humanidade... Nos individualiza....

Olhe a senhora sem guarda-chuva. A moça pedindo ajuda. O moleque querendo um pão.

Veja!!! Por favor.
E sinta. Sinta tudo!!!


Agora, mude!


domingo, 30 de outubro de 2016

O que a vida nos reserva?


Dia a dia...
O que? Porque?

Já paramos pra pensar?
Aonde queremos chegar?
Ponto de partida... Ponto de chegada...
Já parou para pensar onde está e onde quer estar? São iguais ou diferentes?

Estar.
Sim.
O importante é estar.
Chegar...
Importante partir, sempre estar a caminhar.

Importante!?

Nunca, nunca, nunca! Parar...


domingo, 23 de outubro de 2016

Devaneios: Vazio

 
Assim como em todas as manhãs, o celular me acorda. Lhe dei “Bom dia” e tentei abrir os olhos, mas achei melhor me encostar nela antes. Afinal, sempre gosto de sentir seu abraço logo pela manhã.
Vazio. A cama estava vazia. Ela não estava lá. Olho pela casa, mas nenhum sinal dela. A mesa, que costuma estar com a tolha que ela gosta, estava nua, apenas com um vidro vazio.
A casa está em silêncio. Onde estarão nossos gatos? Começo a entrar em desespero.

Aciono meus amigos pelo celular: “Minha esposa sumiu”. As respostas vêm rápidas: “Como assim sua esposa sumiu?”. Logo, meu irmão bate na porta. Embora sempre prestativo, dessa vez ele me surpreendeu na rapidez. Começo a desconfiar: o que será que estão escondendo?
Ele tenta me acalmar, mas não consigo. Vou até a polícia, mas me impedem de registrar o desaparecimento dela. Estou com medo.
Meu outro irmão me encontra na rua: “vamos para casa”. Não posso! Tento explicar a ele que preciso encontrá-la! Ele insiste: “se acalme, tente lembrar”.

Lembrar o que? Ontem foi mais um dia comum. Ela voltou do escritório em que trabalha e eu estava escrevendo meu livro. Antes tinha ido em um clínico geral que trabalha com terapias alternativas, passei na farmácia e comprei a medicação, aquela vidro que estava sobre a mesa. Fomos dormir. O resto era um pesadelo.

Tudo fica confuso. Desmaio.

Acordo em um quarto branco. Consigo visualizar minha mãe e meu pai do lado de fora do quarto. Minha mãe está apreensiva. Meu pai está feliz: “Doutor, ele vai conseguir perceber que era tudo imaginação?”.
Imaginação? Impossível! Ela estava ali, sempre esteve, nos últimos 25 anos. Os gatos... Não pode ter sido imaginação. Nossos amigos vinham até nossa casa, convivíamos juntos.
Doutor! Dou um berro e os três vêm até mim: me expliquem, por favor! “Você tem uma doença”. Ele continuou a explicação, mas só aquilo que peguei. Uma doença... Como?! O remédio... Preciso voltar para casa. Preciso encontrar aquele médico.

Os encontros não são felizes. Pesquiso o remédio e ele é um medicamento em fase de teste. O médico era um psiquiatra. Será? Não, não e não!
Me acalmo.
.
.
.
Alguns dias depois meu irmão mais novo me encontra. Eu estava na casa de praia de nossos pais: “Tudo bem com você?”. É claro que estava. Ele procura o remédio e vê que está ali: “aceitar é mais fácil meu irmão, estávamos preocupados”.
Não precisam ficar. Estou feliz...

Com minha esposa e meus gatos, vivendo na praia...





domingo, 9 de outubro de 2016

Essa tal loucura

Somos todos loucos!
E na loucura mora nossa maior habilidade.
Não entendo porque tantos tentam reprimir isso.

Sem ela...


Afinal, é a loucura que nos dá a habilidade de Ser Feliz.



Ideias

Mudanças, atualizações. Por onde começar? Vou assim. Ouço, escuto, falo. Pouco falo.