sábado, 26 de novembro de 2016

Rots - meu primeiro livro

É estranho, mas me faltam palavras para anunciar que MEU PRIMEIRO LIVRO foi publicado.
Ops, elas voltaram... rsrs.
Mesmo sem editora, não poderia deixar de publicá-lo.
Foi então que descobri a Amazon/Kindle. E “taran”! Meu primeiro livro está disponível para os interessados em adquirir ele online [http://bit.ly/ROTS-DC].
...
Quem estiver afim de uma breve história que traduz esse início de carreira literária... Tenho algo a contar.
Hoje, é um dia mais que especial para mim, eu não poderia deixar de falar sobre o que me levou a esse caminho: da escrita. E escrevo isso com LÁGRIMAS nos olhos. De ALEGRIA!
É sobre a MINHA PRIMEIRA HISTÓRIA!
Quando eu era mais novo, no Ensino Fundamental, quinta ou sexta série, criei/escrevi meu primeiro conto. Se poderia chamar aquilo de conto...
O rascunho se perdeu pelo tempo, assim como papéis um dia somem, mas a história... A história continua viva dentro de mim.
A história falava de um escritor. E este personagem criava um texto que, quando as pessoas o liam, deixavam de ser más. Sim, elas mudavam! Transformavam-se e passavam a fazer apenas bondades. Começou com apenas algumas pessoas, mas logo o mundo havia se transformado e, então, chegamos a um momento de paz plena [nesse meu primeiro livro, uma das civilizações que tem contato com a humanidade também chegou a esse momento].
Para aquele adolescente, futuro escritor, isso parecia possível.
Para ele, hoje com 29 anos, isso ainda parece possível...
...
A quem se interessar em pagar R$ 8,97 para ler minha obra online [computador, celular, tablet ou kindle] gostaria de deixar uma mensagem: “Cada texto, conto, livro ou poesia que faço, penso que pode mudar/transformar o mundo. Começando por uma pessoa, você, e, quem sabe um dia, alcançando a cada um desses 7 bilhões de corações do planeta Terra”.
Obrigado por lerem até aqui!
>> Uma mostra do livro aqui http://bit.ly/ROTS-DC [é só clicar no botão "Dê uma olhada"]

sábado, 19 de novembro de 2016

Eu sou meio doido.
Imagina, se fosse inteiro!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Mundo novo


O pequeno entra na casa...
O que esperar dali? Dois gigantes o trouxeram. E agora ele teme só de olhar o ambiente. Se sente acuado, fica quieto, olha ao redor.

Não que estivesse feliz de onde veio. Não estava infeliz, mas sentia falta de um lugar para chamar de lar.

Eles lhe chamam pelo seu novo nome, uma coisa que ele não entende. Porque mudar seu nome? Está confuso.
Mesmo acompanhado, parece que está sozinho.

Ele é abraçado, recebe cafunes e dengos. Até um brinquedo aqueles gigantes lhe dão. Comida, muita comida para ele se deliciar!
Ah, e não param de fazer fotos!

Parecem felizes com a sua presença.
Depois de muito tempo, o pequeno, ainda timidamente, começa a se sentir em casa.
É quando corresponde todo carinho que recebeu com apenas uma palavra: “miau!”



Sem luz pode haver amor. Sem amor não há luz!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Folga


Às vezes, o que precisamos é simplesmente parar.
Ir para um lugar bonito e calmo. Com pessoas que você ama.
E desligar.

Saia do ritmo alucinante. Pode até ficar conectado, mas durma, relaxe, pense. Se permita parar.

E agradeça. A sabedoria está em reconhecer esses "presentes". Não são passados, nem futuros. São PRESENTE!